Michelle sabe algo mais sobre Flávio Bolsonaro
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Irmã de credo e amiga próxima do ministro André Mendonça (STF), a ex-primeira-dama Michelle sabe mais alguma coisa, que ninguém ainda conhece, sobre Flávio Bolsonaro. Mendonça é o relator do escândalo do banco Master no Supremo e o filho 01 de seu marido é presidenciável do PL e está no epicentro do esquema. Sem fato novo, Michelle foi às redes sociais e soltou uma bomba contra o enteado, acusando-o de desrespeito e maltrato. Na 1ª revelação, confirmada pelo próprio Flávio, ele pediu mais de R$130 milhões para Daniel Vorcaro para fazer um filme sobre o pai, o ex-presidente Jair. A produção não deveria custar mais que R$ 20 milhões, mas ele cobrou o valor inicial para bancar despesas ainda não reveladas.

Ex-primeira-dama Michelle atacou o filho 01 do marido, o ex-presidente Bolsonaro, foto redes sociais
No meio dessa crise, Michelle divulgou vídeo desconstruindo ainda mais o primogênito de seu marido sob o argumento de divergências de alianças no Ceará (onde Ciro Gomes foi se meter?!?!). A crise aberta por ela levou o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, a deixar Miami para apagar o incêndio aqui. Michelle sentou-se na cadeira e, agora, pressiona para ser reconhecida. Caso não vire cabeça de chapa (o marido não quer), ela poderia virar vice numa chapa com Ronaldo Caiado (PSD), por exemplo. O ex-presidente Bolsonaro terá que concordar com tudo isso, mas, se sua a mulher gravou um vídeo contra o filho dele, é porque está de acordo ou, então, continuará se sujeitando.
Palavra final é de Lula
O presidente Lula (PT) vai homologar a chapa, ou o chapão, em Minas para disputar o governo e protagonizar seu palanque no estado que decide a eleição presidencial. A informação foi dada pela presidente do PT/MG, deputada Leninha. Se o partido vai de candidatura própria ou de aliado, a decisão final será do presidente. “A prioridade é a reeleição dele”, reafirmou a dirigente.
A chancela de Lula será dada em torno de três opções do PT mineiro. Poderá apoiar para candidato (a) a governador (a) um dos nomes: Gabriel Azevedo (MDB), Jarbas Soares (PSB), ou ainda, a petista Sandra Goulart (PT), ex-reitora da UFMG. Após a recusa da ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT), a pressão sobre ela tende a desaparecer.
Cleitinho trucou
Maior partido da direita, o PL está paralisado à espera da decisão do senador Cleitinho Azevedo, pré-candidato a governador pelo Republicanos. No último encontro que teve com o partido aliado, na presença do presidenciável Flávio Bolsonaro, em Patos de Minas (Alto Paranaíba), Cleitinho reagiu friamente ao ultimato dado. “Vocês podem lançar candidato próprio. Meu vice é o Falcão (ex-prefeito da cidade e ex-presidente da Associação Mineira de Municípios)”, trucou o senador. Dirigentes do PL saíram do encontro dizendo que Cleitinho teria pedido prazo e que eles concederam.
TRE-MG descarta Exército
Ao contrário de outros sete estados, Minas descarta recorrer às Forças Armadas para garantir a segurança nas eleições deste ano. A garantia foi dada pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/MG), desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga. “Já comunicamos ao TSE que as forças locais nos deram aval que são suficientes para garantir a normalidade do pleito. Não haverá de nossa parte, neste momento, qualquer iniciativa para requisitar o emprego de forças federais, do Exército, especificamente”, disse ele no programa Pensamento Jurídico, que será exibido, nesta segunda, 29, às 22h30, na TV Justiça.
Rádio tem CNPJ
De todas as capitais do país, BH é a que mais consome rádio, em média, quatro horas por dia, segundopesquisa da Quaest. Mais de 10% chegam a 9h/dia; cerca de 25%, 5 h/dia. De acordo com o presidente da Associação Mineira de Rádio e TV (Amirt), Mayrinck Aguiar, a capital tem 52 emissoras de rádio. “Ninguém é líder total, hoje,nesse veículo; são vários nichos de mercado. Como a TV, o rádio tem CNPJ. Por isso, tem credibilidade. Se alguém falar algo errado, o ouvinte sabe o endereço. Pode questionar e processar. Na internet, isso não existe”, atestou o dirigente.
Rádio pirata e de políticos
Passivos trabalhistas desmontaram as rádios piratas, desestimulando e quebrando os donos do negócio clandestino, que já não tinham receita. Hoje, boa parte delas migrou para emissoras comunitárias, que atuam dentro da lei. Pela mesma razão (falta de receita), políticos perderam o interesse em ter rádios. Na década de 80, muitos deles se deram emissoras. “Hoje, eles preferem ser amigos de donos de rádio”, observou Mayrinck.
Antimanicomial
Ao lado de outras entidades, o Fórum Mineiro de Saúde Mental ingressou com pedido de amicus curiae, no STF, em favor da continuidade da Política Antimanicomial do Judiciário. O processo ganhou relevância após liminar que suspendeu a vedação de novas admissões nos estabelecimentos de custódia do estado. O episódio reacendeu o debate sobre os rumos da política antimanicomial e a superação definitiva do modelo manicomial.
Virada de Igor Rousseff
Faleceu, no sábado (27), em BH, Igor Rousseff, irmão mais velho da ex-presidente Dilma. Por causa dele, mesmo sem pedir um voto sequer, a petista virou a eleição, no 2º turno da eleição de 2014, na pacata e conservadora Passa Tempo (Campos das Vertentes), onde ele viveu por mais de três décadas. Aécio Neves (PSDB) havia vencido no 1º turno, mas, quando o passa-tempense ficou sabendo que o vizinho era mesmo irmão da presidente, mudou o voto.



































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