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Governadores que aderiram ao RRF se arrependeram

  • 16 de nov. de 2023
  • 2 min de leitura

Todos os três governadores, os únicos no país que aderiram ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) por conta das dívidas de seus estados, se arrependeram. A constatação é pública e deve ser de conhecimento de Zema e sua equipe, que defendem que Minas adote a mesma medida. As queixas são dos governadores Ronaldo Caiado (goiano), Eduardo Leite (gaúcho) e Cláudio Castro (do Rio). Se os três erraram por falta de aviso, não é o caso de Zema.

Secretário da Fazenda, Gustavo Barbosa, é sabatinado por deputados, foto William Dias/ALMG


Mais articulado, o secretário de Governo de Zema, Gustavo Valadares (PMN), há quatro meses no cargo, disse, de pés-juntos, que quem aderiu não quer sair porque não haveria alternativa; pior, que estaria satisfeito. Ora, por experiência de vida, sabemos que uma pessoa endividada tem pouca autonomia de decisão e que fica na mão do credor. Outro secretário, Gustavo Barbosa (Fazenda), já foi confrontado, mais de uma vez, por deputados que lhe apontaram o dedo para lembrá-lo de que ele foi secretário da Fazenda do fracassado Rio de Janeiro no momento da adesão ao RRF.


Voltando aos três governadores, o que disseram? Cláudio Castro (PL), reeleito no Rio, disse, no dia 3 de outubro passado, após reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Eu entendo as dificuldades que o ministro também está, mas o que vai acontecer ano que vem se a gente não avançar nisso é quebradeira de novo dos Estados, que já estão em situação difícil. O nosso problema é um problema que vai causar fome no Estado, atraso de salário e isso é algo que a gente não pode deixar acontecer em nenhum dos Estados (que estão no RRF)”, advertiu.

Ronaldo Caiado afirmou, como já dissemos aqui, que “seu calvário” tem sido a privatização da estatal da energia elétrica. Atualmente, quem manda na área é a empresa privada Equatorial Energia. Classificou a decisão de vender a estatal como “a pior do mundo”.


Eduardo Leite gravou vídeo no dia da mesma reunião com o ministro da Fazenda, em Brasília, dizendo o seguinte: “Imagine você que o desembolso da dívida, no Rio Grande do Sul, pode chegar a 15% da receita corrente... Isso é muito pesado. Nós estamos pedindo é que se demande menos dos pagamentos de nosso estado”, falou Eduardo Leite. Basta, né?!


Qual legado de Pacheco?


Acontece hoje o encontro entre o presidente do Congresso Nacional e senador por Minas, Rodrigo Pacheco, o presidente da Assembleia, Tadeu Leite, e líderes do Legislativo mineiro. Vão discutir alternativas ao RRF de Zema sem prejuízos ao servidor e ao patrimônio público do estado. “Que legado sua presidência do Senado deixará para Minas?”. A pergunta foi feita por Tadeu Leite. Pacheco entendeu e entrou em cena. Não tem mais como recuar.

 
 
 

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