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Falcão sai e Lucas Lopes assume comando da AMM

  • 9 de abr.
  • 2 min de leitura

Aos 36 anos, o prefeito de Iguatama (Oeste), Lucas Vieira Lopes (PSB), tornou-se o mais novo presidente da história da Associação Mineira de Municípios (AMM). Ele sucedeu a Luís Eduardo Falcão, que deixou o cargo um ano após conquistar a entidade para disputar as eleições deste ano. A seu jeito, Lopes demonstrou consciência dos desafios que herdou: “Quando o cidadão vê o presidente da República, ele pede um autógrafo; quando vê o governador, quer uma foto, mas quando encontra o prefeito pede exame, tapar buracos, educação para os filhos, entre outros. Porque a vida acontece nos municípios”, brincou ele, na transmissão do cargo realizada no dia 8 de abril.

Falcão transmite o cargo a Lucas Vieira na sede da AMM, foto site AMM


Diante disso, o novo presidente reforçou a necessidade de avançar no debate sobre a revisão do pacto federativo, apontando a concentração de recursos na União e nos estados como um dos principais entraves para a gestão municipal. “A vida acontece nos municípios. É no prefeito que o cidadão cobra. Por isso, precisamos discutir de forma concreta a redistribuição dos recursos”, pontuou.


Com a sua saída do comando da AMM, Falcão disse esperar que o governador Simões se livre da tensão, se desarme e volte a dialogar com a entidade. Segundo ele, após conflitos, Simões fechou as portas do governo para a Associação, para a Prefeitura de Patos (Alto Paranaíba) da qual era o titular e para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão. Lopes disse que buscará retomar o diálogo com o atual governador.


Ao lado de Falcão, Lucas destacou que sua gestão não representa uma ruptura, mas a continuidade de um trabalho já consolidado. “Não será um trabalho de sucessão, mas de continuidade”, afirmou, reforçando o compromisso com o fortalecimento do municipalismo e a defesa dos interesses das cidades mineiras, especialmente dos municípios de menor porte.


Durante a coletiva, o novo presidente enfatizou que a AMM seguirá priorizando o apoio técnico e institucional aos municípios, com atenção especial às cidades menores, como as de coeficiente 0,6, que enfrentam maiores desafios estruturais. Segundo ele, a atuação da entidade continuará voltada à busca por recursos, qualificação da gestão e ampliação das condições de atendimento à população.


Pautas prioritárias e Copasa


Entre os temas prioritários, o presidente citou a discussão sobre a Copasa, que tem mobilizado os municípios mineiros. Questionado pelos jornalistas, Lucas reafirmou a posição da AMM de defesa dos interesses municipais, independentemente do modelo adotado.


“A AMM nunca foi contra ou a favor da privatização. O que defendemos é a universalização do serviço de água e esgoto, garantindo que todos os municípios sejam beneficiados, com políticas públicas de qualidade chegando a cada cidadão”, afirmou. Ele também destacou a urgência na resolução da situação contratual de diversos municípios, diante do vencimento de contratos com a companhia.

(*) com informações da Ascom/AMM

 
 
 

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