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Micro e pequenas empresas detêm 35% do PIB mineiro e geram 79% de empregos

Minas Gerais possui mais de dois milhões de empresas de micro e pequeno porte (MPE). Em Belo Horizonte, são 154.106. No mês de agosto, geraram um saldo de 11.996 vagas de emprego, o que representa 79% do total de postos de trabalho criados no estado. No mesmo período, o desempenho das empresas de médio e grande portes foi de 3.182 vagas. O levantamento foi feito pelo Sebrae Minas, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

Ao todo, o Brasil registrou 220,8 mil novas contratações, a segunda melhor do ano, sendo 161 mil somente nas micro e pequenas empresas. Foi o maior volume de empregos gerados em todo o ano de 2023. No acumulado do ano, o país já contabiliza aproximadamente 1,4 milhão de novos empregos.

Setor forte da economia, o comércio se prepara para o dia das crianças, foto Fernando Frazão/Agência Brasil


Outro indicador da força do segmento é que ele é responsável por 35% do PIB estadual, empregando mais de dois milhões de pessoas e gerando uma massa salarial de R$ 27,9 bilhões. No universo de empresas ativas, os negócios do setor de comércio e serviços lideram, sendo que das 1.313 atividades econômicas cadastradas, o comércio varejista de vestuário e acessórios é que possui mais empresas em atividade. Os dados estratificados pelo Sebrae Minas revelam a importância das micro e pequenas empresas para a economia do estado.


Setor de serviços lidera


O estado foi o terceiro do Brasil com o maior saldo de empregos nas MPE. Apesar do resultado positivo, houve uma queda de 18,64% nas vagas geradas pelo segmento em relação a julho deste ano e de 50% em relação a agosto de 2022.


Os setores que mais contrataram em agosto foram o de serviços, com desempenho positivo de 8.728 vagas, seguido do comércio (3.877) e da indústria da transformação (2.849). “Minas Gerais tem registrado um aumento contínuo na participação do PIB brasileiro. O setor de serviços é um dos que tem contribuído nessa expansão, impulsionando a geração de empregos no estado”, avaliou o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva Silva.


Agronegócio registra queda


A indústria extrativa mineral apresentou a maior taxa de crescimento em comparação ao mês anterior, com aumento de 104,85% no número de vagas. Em contrapartida, o agronegócio registrou o pior desempenho na geração de empregos nas MPE em agosto, com um saldo negativo de -5.486 postos de trabalho. O setor também teve a pior variação em relação ao mês anterior, com uma queda de 484,98% no número de vagas.


Entre os municípios, Belo Horizonte apresentou o melhor resultado, com 3.310 postos de trabalho. Já Ipatinga registrou o menor desempenho (-827) nas MPE no período.


Auxílio aos empreendedores


No Dia da Micro e Pequena Empresa, celebrado na quinta-feira (5), a CDL/BH e o Sebrae Minas reforçaram a atuação do programa ‘Transforma Minha Empresa’. Trata-se de uma ferramenta gratuita para empresas de pequeno porte, microempresa e microempreendedor individual de Belo Horizonte e Região Metropolitana que desejam mapear suas fragilidades e oportunidades de melhorias. Para receber o diagnóstico deste mapeamento, é necessário preencher um formulário on-line, detalhando rotinas do negócio. Após essa etapa, é disponibilizado um documento que descreve os pontos de atenção positivos e negativos. O acesso ao formulário está disponível em: https://bit.ly/44KMntQ


“Minas Gerais concentra 11% das micro e pequenas empresas do Brasil. Por isso, é fundamental oferecer a essas empresas suporte e capacitação para que tenham longevidade. O encerramento desses negócios acarretaria uma grande crise econômica e alta do desemprego”, afirmou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) e do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva.


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