Kalil atende CDL/BH e amplia horário do comércio para evitar aglomerações

A decisão não foi tomada por conta da desaceleração da contaminação pelo coronavírus. Ao contrário. A Prefeitura de Belo Horizonte atendeu à reivindicação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), para evitar exatamente risco maior de contágio. Com a ampliação do horário, espera-se reduzir as aglomerações.

A partir deste sábado, as lojas de rua poderão funcionar de 9h às 20h, os shoppings poderão abrir às 10h às 21h. Os novos horários valem por tempo indeterminado.

O prefeito Alexandre Kalil (PSD), de Belo Horizonte, concede entrevista


A reivindicação da entidade, enviada à prefeitura no dia 15, foi feita por conta das projeções de aumento de consumidores nos principais eixos comerciais na capital durante compras de Natal. “Esperamos que, com a ampliação do horário, os consumidores consigam realizar suas compras de forma mais tranquila e segura, diminuindo as chances de aglomerações nos passeios públicos e comércios”, afirmou o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva.


Campanha por compra segura


O dirigente esclareceu também que a CDL/BH já vem reforçando, a necessidade de seguir as medidas sanitárias vigentes. As iniciativas vão desde o projeto Selo Loja Segura às mensagens transmitidas não apenas nas mídias tradicionais e digitais. E por carros de som que circulam em mais de 150 corredores comerciais.


“Como temos feito desde o início da pandemia, continuamos reforçando junto aos setores de comércio e serviço da capital a necessidade de cumprir todos os protocolos sanitários e de prevenção ao coronavírus, como a exigência de máscara, a disponibilização de álcool gel 70% e distanciamento entre os consumidores para evitar aglomerações”, reforçou.


“Queria dizer que não vamos fechar a cidade. Estamos ampliando o comércio de rua e dos shoppings. Vamos ampliar simplesmente para evitar aglomeração, não é porque a situação está boa não. É uma medida técnica para evitar aglomerações (...) Isso não é para passear na rua não", afirmou.


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