Pesquisa revela que consumidores recuperaram crédito em Belo Horizonte

03.03.2020

As quedas nas taxas de juros e de desemprego e o controle da inflação são apontados como os principais fatores na recuperação do crédito. Eles tiveram forte influência no aumento no número de consumidores que recuperaram o crédito nos últimos de 12 meses. A evolução foi de 8,85%.

 

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva, ressaltou que a injeção de recursos na economia também contribuiu. Citou como exemplo a liberação do saque do FGTS no segundo trimestre de 2019.

 

Pesquisa acompanhou desempenho dos últimos 12 meses

 

“Os sinais de melhora apresentados na economia contribuíram para que os consumidores conseguissem quitar seus débitos, saindo do cadastro de inadimplentes”, afirmou Souza e Silva. Na série histórica, o indicador de devedores vem apresentando no acumulado de 12 meses, desde janeiro de 2018, registro negativo (-0,30%). A partir de maio de 2019, houve uma inversão com leve recuperação de crédito pelos consumidores, com melhora significativa em dezembro passado.

 

Volume de dívidas também apresenta recuperação

 

O cenário de otimismo na economia também contribuiu para que mais consumidores conseguissem quitar suas pendências financeiras. A evolução do volume de dívidas foi de 5,65% no acumulado de 12 meses em relação ao mesmo período anterior (fev.19 a jan.20 / fev.18 a jan.19).

 

“É importante destacar que os consumidores estão mais atentos e cautelosos em assumir dívidas. Por isso, acabam planejando melhor seus gastos, conciliando sua receita com suas despesas”, observou o presidente do CDL/BH. Entre outubro de 2018 e junho de 2019, a recuperação de dívidas apresentou indicador negativo. A melhora foi mais evidente entre os meses de nov.19 (5,66%), dez.19 (8,16%) e jan.20 (5,65%).

 

“Podemos perceber claramente os sinais de melhora na economia a partir do segundo semestre de 2019, com reflexos positivos nos setores de comércio e serviços da capital, que representam 72% do PIB de Belo Horizonte, e 83,5% dos empregos gerados na capital”, apontou o presidente da CDL/BH. 

 

Aposentados puxam a fila do endividamento em janeiro

 

 

 

 

 

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