Impeachment de Pimentel pode parar na Justiça

O mau tempo e a tempestade ainda não passaram e devem se prolongar na Assembleia Legislativa até a semana que vem, quando deverá ser definido o prosseguimento ou não do pedido de impeachment do governador Fernando Pimentel (PT). Da parte do presidente da Assembleia, Adalclever Lopes (MDB), os gestos são de trovoada. No sábado, ele demitiu cerca de 60 assessores de confiança da Liderança do governo e rejeitou o pedido do líder do governo, Durval Ângelo, para anular o processo. Restam apenas dois pedidos agora.

Se for mantido, haverá rompimento da aliança entre PT e MDB e uma guerra autodestrutiva entre eles às vésperas das eleições. A impressão que se tem é que é irreversível o processo de impeachment.

Da parte do governo, há acenos de bandeira branca. Na segunda-feira passada, o governo repassou os recursos orçamentários do Legislativo que faltavam e que deram argumento ao pedido de impeachment. Se não for suficiente, o impeachment deverá, em seguida, parar na justiça antes do plenário.

FOTO DANIEL PROTZNER/ALMG: Plenário discute rito do impeachment

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