PCdoB irrita PT com nome próprio a presidente

07.11.2017

Mesmo com o feriadão (2 de novembro), os partidos se movimentaram na política partidária visando a sucessão presidencial. O PC do B anunciou a pré-candidatura presidencial de Manuela D’ávila, atual deputada estadual gaúcha. Se confirmada, será a primeira vez, desde 1989, que PCdoB e PT não fariam aliança no 1º turno. O PT reagiu mal, avaliando a decisão como um racha das esquerdas, fragilizando-a nesse momento grave da vida política nacional e em que seu principal líder, Lula da Silva, está condenado em primeira instância e ameaçado de não disputar as eleições.

Por outro lado, a estratégia de partidos menores, para cumprir a cláusula de desempenho, será investir em candidaturas próprias em cargos majoritários. As mudanças impostas na reforma política colocaram exigências muito elevadas para os partidos.
 
Também conhecida como cláusula de exclusão ou de barreira, a norma impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não alcançar determinado percentual de votos, como fundo partidário e tempo de televisão. Para 2018, terão que ter ao menos 1,5% do total dos votos da eleição para a Câmara dos Deputados, distribuídos em ao menos 9 estados diferentes, e com pelo menos 1% dos votos de cada um desses estados.Tucanos

 

Tucanos 
Ao lançar sua candidatura à presidência do PSDB, para a convenção de 9 de dezembro, o senador Tasso Jereissati (CE) adiantou que irá cobrar a saída do partido do governo Michel Temer ainda no próximo mês. O governador de Goiás, Marconi Perillo, também já anunciou que vai concorrer à presidência.
Os planos de Tasso foram reforçados pela publicação do artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, no jornal ‘O Globo’, em que ele defende o desembarque do governo Temer em dezembro. Para FH, mais importante do que o apoio a Temer é a unidade internas para as eleições de 2018.
O movimento tem o apoio do pré-candidato presidencial e governador paulista, Geraldo Alckmin. Seus aliados defendem distanciamento de Temer para que sua candidatura não fique carimbada como ‘governista’.

FOTO PORTAL VERMELHO

 

 

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