Presença e o voto de deputado sobem de cotação

É hoje (2/8/17)? Será hoje? Ou o hoje será amanhã? Ou quem sabe, a semana que vem? Seja qual for, a hora dele não vai chegar agora, porque tudo É uma questão de contabilidade de votos, de deputados. Essa indefinição sobre a votação de hoje ou outro dia também é uma questão de numero de votos. Por isso, a presença e o voto de cada deputado federal têm subido de cotação a cada momento em que se aproxima da hora fatal. Ninguém duvida que o governo tem votos suficientes para rejeitar o pedido do Supremo Tribunal Federal (STF), que pretende julgar Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva, conforme denúncia da Procuradoria-Geral da República. O que ele não tem e, para isso, precisa da oposição, são os votos necessários para começar a votação, que é um placar de 342 votos, igual número que a oposição precisa para autorizar o STF. Pois bem, se a oposição obstruir, ou seja, não registrar presença, provavelmente, não haverá deputados suficientes para começar a votação. Nesse caso, ela poderá ser adiada para amanhã ou semana que vem. É o máximo de estrago que a oposição poderá fazer ao presidente, já que não tem votos para derrotá-lo. É como comparar Michel Temer a um doente numa mesa de cirurgia, esperando os procedimentos médicos. Ele pode ficar ali, esperando um dia ou mais, sujeito a infecções e outras doenças oportunistas, como novas denúncias e mais pesquisas apontando a rejeição ao governo. Se por outro lado, a oposição cooperar, a votação acontecerá e Temer sairá vitorioso, embora com sequelas desse tratamento, dessa cirurgia que não irá curá-lo totalmente. FOTO Antonio Augusto / Câmara dos Deputados

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